
A música católica está se globalizando. Literalmente. Já não é de estranhar a exibição de alguns de nossos artistas na telinha da Rede Globo, no intervalo de um jornal ou de uma novela. As grandes gravadoras perceberam que a música católica também tem mercado e, portanto, dá rendimentos. É óbvio que não se tem interesse algum com a evangelização, muito menos com a propagação da fé católica. Mas o mercado é assim: deu lucro, é suficiente. Não importa mais a qualidade ou a finalidade do produto. A idéia é uma só: vender, vender e vender.